<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Sapiens Sapiens &#187; resultado</title>
	<atom:link href="http://www.sapiensapiens.com.br/tag/resultado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.sapiensapiens.com.br</link>
	<description>Sapiens Sapiens</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2012 14:47:55 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Gente que aprende vale muito</title>
		<link>http://www.sapiensapiens.com.br/gente-que-aprende-vale-muito/</link>
		<comments>http://www.sapiensapiens.com.br/gente-que-aprende-vale-muito/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 13:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revista Você S/A]]></category>
		<category><![CDATA[aprender]]></category>
		<category><![CDATA[resultado]]></category>
		<category><![CDATA[talento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ssdi.chrisb.com.br/?p=1600</guid>
		<description><![CDATA[As empresas valorizam quem não espera ser ensinado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Conversei com um presidente de empresa que gosta de se envolver nos processos seletivos de seus executivos. Quando lhe perguntei o que ele valorizava nos candidatos, ele respondeu sem titubear:<br />
— São duas as variáveis: capacidade de entregar resultado e vontade de aprender permanentemente.</p>
<p style="text-align: justify;">Campeão de assertividade, esse presidente. Ele sabe que a empresa vive de resultados, mas está interessado em resultados sustentáveis e crescentes, e isso só se consegue com gente que está evoluindo sempre. Por isso o desejo genuíno de aprender passou a ser uma qualidade desejada no mundo corporativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em função de visões como esta é que as companhias estão virando escolas. Há, porém, uma diferença entre elas e a faculdade que você cursou. Lá, havia um professor que compartilhava com você a responsabilidade por sua formação. Na empresa, essa responsabilidade está sobre seus ombros. Se as companhias apreciam quem quer aprender, têm especial predileção por quem não espera que alguém venha ensinar. Aprender é seu ofício. Nesse sentido, a curiosidade, a inquietação intelectual e a busca do conhecimento contínuo passaram a ser as características apreciadas nas empresas. Bem, pelo menos nas organizações bem administradas.<br />
Considerando o que disse o presidente, temos duas variáveis, portanto são quatro as possibilidades. Vejamos: quem tem baixo desempenho e grande vontade de aprender é um potencial — a empresa investe. Quem tem bom desempenho, mas perdeu a vontade de aprender, está acomodado — a empresa se preocupa. Quem tem desempenho alto e grande vontade de aprender é um talento — a empresa reconhece e quer reter. E quem tem baixas essas duas variáveis não tem mais espaço — a empresa elimina. Perceba que no mundo dos recursos humanos ser um talento não significa ter uma habilidade especial, um dom artístico ou uma inteligência superior. Ser um talento significa ser possuidor da combinação entre o desempenho e o desejo de aprender e evoluir. Ser um talento, portanto, é uma questão de vontade.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Texto publicado sob licença da revista Você s/a, Editora Abril.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
Visite o site da revista: <a href="http://www.vocesa.com.br/" target="_blank">www.vocesa.com.br</a></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sapiensapiens.com.br/gente-que-aprende-vale-muito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A nova competência</title>
		<link>http://www.sapiensapiens.com.br/a-nova-competencia/</link>
		<comments>http://www.sapiensapiens.com.br/a-nova-competencia/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 13:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revista Você S/A]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[capacidade]]></category>
		<category><![CDATA[competência]]></category>
		<category><![CDATA[entorno]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[resultado]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[valores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ssdi.chrisb.com.br/?p=188</guid>
		<description><![CDATA[Ética profissional é condição de empregabilidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Competência, que tanto buscamos, pode ser defi nida como a capacidade de entregar os resultados desejados com a menor utilização de recursos, incluindo, entre esses, o tempo. Possuir competência é a condição para competir, para manter-se no jogo dos negócios, vivo no mercado de trabalho.</p>
<p>Já diziam, enfáticos, nossos avós: “Quem não tem competência não se estabelece!”. Esse assunto ganhou status de método a partir dos estudos de David McClelland nos anos 70, e nas organizações adotou-se universalmente a fórmula do CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude), ou, como preferem alguns, Saber, Poder e Querer. Considerando que essa equação é um produto, se um dos três for nulo, o resultado fi nal será competência zero. Mas o tempo passa e os conceitos vão sendo aprimorados. Na competência 2.0 deste século, o CHA vira CHAVE. E a chave da competência ampliada é o acréscimo de duas letras, dois conceitos e duas preocupações.</p>
<p>O “V” representa Valores. Em uma sociedade que se diz digna, preocupada com o social e responsável com o futuro, não temos como não incluir uma lista de valores na análise da qualidade dos resultados alcançados. De que adianta produzir sem sustentabilidade, competir sem ética e conquistar sem moral? Assim como atualmente dizemos que só será líder aquele que liderar para o bem e só será competente aquele que produzir sem ferir a ética, o interesse de todos. Um profi ssional competente sem valores deixa de ser competente.</p>
<p>E o “E” da CHAVE signifi ca Entorno, o ambiente onde a competência encontra as condições para ser exercida. Esse é o único elemento que está mais fora do que dentro do indivíduo. O cirurgião não opera sem o centro cirúrgico, sem a anestesia e o bisturi. O executivo precisa da estratégia, dos recursos, da equipe.</p>
<p>Eis a grande responsabilidade das organizações: formar pessoas competentes e fornecer-lhes o cenário para que atuem. Essa visão ampliada de competência coloca ordem na casa do mundo moderno e abre espaço para a construção de um futuro em que os resultados não serão obtidos a qualquer custo. Só assim poderemos dizer aos nossos netos: “Quem não tem competência não se enobrece!”.</p>
<p><em>Texto publicado sob licença da revista Você s/a, Editora Abril.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
Visite o site da revista: <a href="http://www.vocesa.com.br/" target="_blank">www.vocesa.com.br</a></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sapiensapiens.com.br/a-nova-competencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

