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	<title>Sapiens Sapiens &#187; liderança</title>
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	<description>Sapiens Sapiens</description>
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		<title>A Distância Adequada</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 16:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já ouviu falar no IDP, o Índice de Distância do Poder?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Às vezes demoramos para encontrar a medida certa das coisas. Por quanto tempo ferver um ovo para que ele não fique duro nem mole? Qual a altura exata do som de modo que alegre a festa sem incomodar o vizinho? Quanto de roupa levar numa viagem para que não falte nada sem deixar a mala muito pesada?</p>
<p style="text-align: justify;">Essas são algumas das questões de quantidade ideal com que nos defrontamos em nosso dia a dia. No trabalho e na gestão de empresas acontece o mesmo. Quando ligar para o cliente que demonstrou interesse em um produto sem parecer insistente nem deixar o negócio esfriar? Que dose de controle e autonomia dar à equipe? Mais arrojo ou conservadorismo nas aplicações financeiras?</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo acontece com a distância correta entre o líder e sua equipe. Há até um índice para isso, o IDP, ou Índice de Distância do Poder, que mede quanto o líder se coloca como superior à sua turma, ou quanto ele se considera parte integrante, sem maiores distinções com relação aos demais. É sabido que quando o IDP é alto há prejuízos para a inovação e para o empreendedorismo corporativo, pois as pessoas se sentem intimidadas em ter atitudes sem consultar ou pelo menos informar seu chefe. Por outro lado, quando o IDP é muito baixo, nos momentos de crise pode haver uma certa paralisia, já que nessas horas as pessoas precisam de um comando forte.</p>
<p style="text-align: justify;">Chefes amigos são muito desejados nos ambientes de trabalho, pois há mais confiança e liberdade para sugerir e colaborar por parte da equipe. Mas daí ao chefe aceitar ser padrinho do filho recém-nascido de um funcionário há uma imensa diferença, que deve ser compreendida por ambos. Só que às vezes isso acontece e, depois, como é que um gerente vai repreender, ou até demitir, um compadre, se necessário?</p>
<p style="text-align: justify;">O filósofo alemão Arthur Shopenhauer tem uma metáfora apropriada para essa situação: “Na era glacial, para não morrerem de frio, os animais ficavam bem juntinhos preservando o calor. Só que os porcos-espinho, quando se aproximavam demais, feriam uns aos outros, então se afastavam, e daí morriam de frio. Os bichinhos tiveram de encontrar a distância adequada, nem muito perto, nem muito longe, sempre observando a temperatura do dia”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com as pessoas acontece o mesmo. A temperatura psicológica de cada dia é que determina a distância correta, o momento de ser afável ou duro, grave ou descontraído, falante ou calado. A observação dessa regra proporciona adaptação comportamental e facilita tremendamente as relações humanas. Por falar nisso, alguém sabe qual a temperatura ideal para assar um suflê de goiabada?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Texto publicado sob licença da revista Você s/a, Editora Abril.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
Visite o site da revista: www.vocesa.com.br</em></p>
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		<title>Os Disponíveis</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 15:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Liderar é ser bom de estratégia, cercar-se das pessoas certas e inspirá-las com os valores de uma causa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Preste atenção no seguinte diálogo:</p>
<p style="text-align: justify;">- <em>Qualquer coisa fale com o Nelson, ele saberá o que fazer.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Mas o Nelson não é de outro departamento?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- É, mas não importa, ele sempre ajuda quando a gente precisa.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Você já deve ter notado que existe um tipo de pessoa que parece estar sempre disponível para ajudar e até para cuidar dos outros. Não estou falando de enfermeiros, assistentes sociais ou missionários.</p>
<p style="text-align: justify;">Estou me referindo às pessoas de qualquer atividade que têm um traço de personalidade que as torna extremamente confiáveis e, por isso, acabam sendo demandadas por seus colegas, parentes e vizinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas famílias sempre há um tio que serve de referência, que é procurado pelos sobrinhos em busca de conselhos ou pelos outros tios que precisam de algum apoio, e que foi quem cuidou dos avós velhinhos. Em qualquer condomínio encontramos sempre um morador que parece ser mais coerente e prestativo e, se não for ele o síndico, será seu principal conselheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas empresas não é diferente. Sempre há um gerente Nelson a quem todos recorrem nas dificuldades, que responde com um sorriso, colocando sua experiência e sua boa vontade à disposição dos colegas, sem nenhuma cobrança posterior e sem o menor traço de arrogância. Quando você está com uma dificuldade, dessas que todos temos eventualmente, e está precisando de um conselho ou de um apoio, sabe a quem recorrer?</p>
<p style="text-align: justify;">Estou certo que sim. Rapidamente você faz uma lista mental de seus colegas, amigos e parentes e os separa em duas categorias: os disponíveis e os não disponíveis. Você sabe que não adianta recorrer a um não disponível, mesmo que ele seja o mais próximo. Já o disponível é capaz de atravessar a cidade para apoiar seu amigo em dificuldade. Ele não vê obstáculos, é solidário e está sempre pronto.</p>
<p style="text-align: justify;">É da lista dos disponíveis que brotam os líderes que são dignos do nome. Liderar é mobilizar pessoas em direção a um destino comum. Essa é a definição mais comum, mas ela envolve um sem-número de pequenas ações que, em sua somatória, conferem a qualidade de líder a seu detentor. É necessário ser bom de estratégia, cercar-se das pessoas certas e inspirá-las com os valores de uma causa. O bom estrategista-comunicador verá seus esforços se diluírem no tempo se ele não for, também, um ser disponível. “Agora, ao trabalho”, diz um Nelson no fim da reunião. Mas complementa com sinceridade: “E, se precisarem de mim, sabem onde me encontrar”.</p>
<p><em>Texto publicado sob licença da revista Você s/a, Editora Abril.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
Visite o site da revista: www.vocesa.com.br</em></p>
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		<title>Uma revolta sem líderes</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 18:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma fagulha de 140 caracteres pode iniciar um incêndio?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dos acontecimentos mais extraordinários dos últimos tempos foi a derrubada do ditador Hosni Mubarak, que há 30 anos mandava e desmandava no Egito, levando em conta seus próprios interesses, e de seus aliados, mais do que o do povo que ele governava.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal característica dessa mudança radical no comando daquele país é o fato que se tratou de uma revolução sem líderes. Foi algo que surgiu do povo, da massa descontente que, para surpresa de muitos, demonstrou uma incrível capacidade de reação e de organização nunca antes vista, especialmente em um país árabe. Uma revolta sem líderes. Mas&#8230; será isso possível?</p>
<p style="text-align: justify;">Se isso é verdade – e parece que é -, esse fato desmonta todas as teorias que dizem que as massas só podem ser mobilizadas a partir de um representante de suas angústias e de seus sonhos. É o que os livros comprovam, pois não se conta a história do mundo sem se referir aos movimentos de mudança, e não é possível falar deles sem se referir àqueles que as promoveram. Esses seriam os líderes. Mesmo a Revolução Francesa, considerada uma reação popular, teve os seus. Como será, então, contada essa parte da história do Egito para as futuras gerações? O que dirão os livros sem Robespiérres e Dantons a quem se referir?</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de uma nova realidade com a qual a humanidade terá de lidar de agora em diante nos governos, nas empresas e nas organizações de todos os tipos. A possibilidade de uma liderança coletiva inconsciente, capaz de se organizar a partir das novas ferramentas disponíveis – as redes sociais. Um grupo de pessoas não precisa mais de uma voz grandiloqüente para lhe representar, Basta uma fagulha de 140 caracteres para iniciar um incêndio de descontentamento, reação e mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">Liderar deixou de ser conduzir pessoas em direção a um destino comum. Liderar passou a ser pertencer visceralmente a um grupo de pessoas e, com elas, atingir um objetivo com o qual todos concordam. O líder é parte do grupo, não seu dono. Aquele que ainda pensa que é já está na mira do Twitter. É apenas uma questão de tempo.</p>
<p><em>Texto publicado sob licença da revista Você s/a, Editora Abril.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
Visite o site da revista: www.vocesa.com.br</em></p>
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		<title>Liderança em escala</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 20:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira função de um gestor é formar outros bons líderes?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Liderar não é fazer. Liderar é fazer fazer. E, para isso, é necessário criar uma equipe, o que significa engajar, capacitar e, acima de tudo, inspirar. Sim, líderes devem inspirar pessoas, mas, à medida que a empresa cresce, essa função muda um pouco, pois não é mais suficiente inspirar quem faz.<br />
<strong>Agora é necessário inspirar quem inspira quem faz.</strong></p>
<p>Já se disse que a primeira responsabilidade de um líder é formar outros bons líderes. Há duas razões para justificar essa afirmação: a primeira é que o líder precisa ter a consciência de que ele não é eterno nem infalível. Cedo ou tarde, o gestor precisará ser substituído, temporária ou definitivamente. A segunda é que, desde Fayol (Henri Fayol, estudioso da teoria da administração), aprendemos que um líder não consegue liderar diretamente um grupo superior a 30 pessoas. Além desse número é preciso pensar em gestores ou chefes intermediários, capazes de replicar o comando e de manter o moral do grupo.</p>
<p>O exército é um bom exemplo. Entre o posto de marechal e o de soldado há 20 posições hierárquicas que formam a cadeia de comando. E não há, nesse caso, nenhuma intenção corporativista para favorecer amigos protegidos com cargos importantes. O que há é uma cadeia de lideranças que mantém a coluna vertebral de uma organização que tem de funcionar bem. Nas organizações, em função do crescimento e da globalização, os princípios da autonomia e da delegação viraram imperativos de eficácia. E isso exige um grande esforço de capacitação e uma comunicação eficiente. Caso contrário, não há chance de se criar o necessário ambiente de confiança.</p>
<p>Querer manter o controle sobre tudo o que acontece na companhia é o mesmo que condená-la a ficar pequena. Manter vários objetos no ar ao mesmo tempo é coisa de artista de circo. Nas organizações isso se faz em equipe, que, por definição, é um conjunto de pessoas que possuem habilidades complementares e sonham o mesmo sonho. A empresa é formada por várias equipes que obedecem à mesma lógica. Se isso for observado, não há limite para o crescimento nem para o sonho.</p>
<p>Texto publicado sob licença da revista Você s/a, Editora Abril.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
Visite o site da revista: www.vocesa.com.br</p>
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		<title>Empresa, substantivo feminino</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 15:27:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As empresas são mais femininas quando são mais tolerantes?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma empresa feminina não é aquela cujos produtos são dirigidos às mulheres nem é uma que é comandada por uma executiva. Uma companhia que apresenta atributos femininos até pode ter essas características, mas não é isso que a qualifica. Pode ser uma fábrica de chuteiras e ser dirigida por um tomador de cerveja e, mesmo assim, ser uma empresa feminina se ela tiver uma coisa: <em>fertilidade</em>.</p>
<p>Corporações férteis são as que podem ser fecundadas por novas ideias, estão preparadas para gerar projetos e são capazes de produzir novas formas de vida e aumentar a prole das realizações felizes, dos resultados surpreendentes e da longevidade empresarial. Empresas são femininas quando são mais tolerantes, quando não se negam a aceitar desafios. Porque assim são as mulheres, que trazem em sua composição vital algumas características de adaptabilidade e resistência que às vezes faltam a seus pares homens. O que não significa que eles não possam tê-las ou desenvolvê-las. Trata-se de uma questão de vontade e de inteligência.</p>
<p>Conheço empresas femininas em todas as áreas e as reconheço com facilidade. São aquelas em que o ambiente é bom porque há uma preocupação com a felicidade, e a conseqüência são as pessoas mais comprometidas, que sentem mais confiança e têm espírito mais colaborativo. Uma companhia com perfil feminino usa sua fertilidade para produzir benefícios para si mesma e para todos, pois entre suas qualidades está a generosidade.</p>
<p>Esse é o tipo de organização em que a inovação faz parte da cultura, não é apenas uma exigência da crise. Nesse tipo de ambiente a criatividade corre solta, como um animal de estimação, e é bem tratada por todos.  A comunicação é farta, a colaboração é plena e o aprendizado é uma constante. Todas essas qualidades podem ser desenvolvidas e implementadas, até para aproximar a companhia de sua essência. Afinal empresa é, sim, um substantivo feminino.</p>
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		<title>Coerência, palavra da vez</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 20:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA["Dunga acerta ao defender essa ideia?"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Coerência é a palavra do momento, consagrada pelo técnico Dunga, que a usou constantemente nos meses que antecederam à Copa da África do Sul para justificar a escolha de seus convocados para a seleção brasileira.  O negócio agora é ser coerente. A dúvida, entretanto, é: temos que ser coerentes com o que mesmo?</p>
<p>Nos ambientes de trabalho todos os profissionais, mas principalmente os líderes, têm de ter a tal coerência entre o discurso e a prática. Quem diz uma coisa e faz outra perde o respeito dos demais, seja colegas, seja clientes. E de nossos chefes não aceitamos mais a filosofia do “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Sem coerência não tem mando, o treinador tem total razão.</p>
<p>Essa é apenas uma das formas de ver este assunto. Há outras. A coerência com o resultado, por exemplo, que nos leva a fazer o que deve ser feito para atingi-lo e para que ele seja o maior e o melhor possível. Falamos também da coerência com a ética, e nesse caso o resultado será questionado se os meios adotados não estiverem de acordo com os valores e princípios da organização. Há também a coerência adaptativa, que nos leva a mudar de ideia – o que é diferente de ser incoerente –, porque agora temos novas informações, novas tecnologias ou novas demandas. Enfim, a coerência merece uma discussão caso a caso.</p>
<p>Há um momento na vida em que a coerência relativa não vale, só a absoluta: a entrevista de emprego. O entrevistador é um perito em detectar incoerências. Por ser profissional, ele sabe – acredite, sabe mesmo – se o que você está dizendo sobre suas atitudes, virtudes, qualidades e intenções é sincero ou não passa de tentativa para impressioná-lo. Uma ou duas perguntas objetivas são capazes de denunciar as incoerências de um discurso.</p>
<p>Portanto, nossas atenções devem se voltar para duas coerências. A primeira é a coerência entre nossos propósitos e possibilidades, pois, sem isso, o presente mente, o passado desmente e o futuro não acredita. Seja coerente. Alinhe suas palavras com suas atitudes e seus sonhos com suas competências. E a segunda, bem, sobre esta só nos resta torcer: a coerência de Dunga.</p>
<p><em>Texto publicado sob licença da revista Você s/a, Editora Abril.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
Visite o site da revista: <a href="http://www.vocesa.com.br/" target="_blank">www.vocesa.com.br</a></em></p>
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		<title>Livro Liderança em foco na lista dos mais vendidos!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 15:08:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No Portal da Revista Exame desta semana, o destaque são para os 10 livros de negócios mais vendidos e o do Eugênio com Cortella é um deles! Veja a lista completa aqui!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Portal da Revista Exame desta semana, o destaque são para os 10 livros de negócios mais vendidos e o do Eugênio com Cortella é um deles! Veja a lista completa <a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/o-negocio-e-lista/2010/04/14/os-10-livros-de-negocios-mais-vendidos-na-ultima-semana/">aqui!</a></p>
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		<title>O dilema dos engenheiros</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 12:59:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Encontrar engenheiros que saibam de liderança é muito raro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O dilema não é só dos engenheiros, mas sobre eles, atualmente, a pressão é maior. Os engenheiros ocupam cada vez mais posições de liderança nas empresas. A questão é que deixam a escola com boa formação técnica e com ótimo pensamento lógico, mas sem jogo de cintura para lidar com as pessoas. Eis aí o grande desafio. Eles conhecem resistência dos materiais, mas se vêm às voltas com a motivação de seus times.</p>
<p style="text-align: justify;">Também dominam os cálculos de estrutura, mas têm de administrar conflitos em suas equipes. Ok, não se trata de uma catástrofe, pois os engenheiros costumam também ser bons administradores. Mas é bom lembrar que a ciência da administração tem lá suas particularidades que não podem depender só da lógica, também precisam do conhecimento específico, principalmente quando se trata de gestão de pessoas, de liderança. A responsabilidade pela formação complementar é de cada um — essa é a primeira regra e por sorte há hoje ótimas escolas de administração e negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas procuram fazer sua parte. Recentemente ouvi o desabafo de um diretor de uma grande empreiteira: — Antes, um engenheiro virava gerente depois de 15 anos de casa. Atualmente, estamos tendo que promover quem tem só cinco anos ou menos. Estamos seriamente preocupados com a falta de líderes. Na ocasião lembrei-me de outra grande multinacional brasileira que teve de diminuir seu apetite por crescimento exatamente pelo mesmo motivo: falta de líderes. É verdade, jovens com formação técnica que também tenham perfil de liderança são verdadeiras moscas brancas. Para os mais atentos, esse é um momento de grandes possibilidades — é só ligar as pontas.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer bom engenheiro sabe que o concreto armado revolucionou a construção no século 20 e permitiu a realização dos sonhos dos arquitetos. Vale lembrar que a gestão também fez sua revolução e permitiu a realização dos sonhos dos empreendedores. Afinal, administrar é possibilitar a transformação de algo abstrato em algo concreto, armado ou não. E, para isso, pessoas são essenciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Texto publicado sob licença da revista Você s/a, Editora Abril.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
Visite o site da revista: <a href="http://www.vocesa.com.br/" target="_blank">www.vocesa.com.br</a></em></p>
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		<title>Liderança em Foco</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 00:24:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Todos nós somos líderes em determinados momentos, assim como somos liderados em muitos outros. Embora seja possível viver essa experiência de modo irrefletido, a consciência de suas implicações pode fazer a diferença entre alcançar ou não os objetivos traçados. Este livro procura exatamente mostrar o que nos leva a reconhecer uma liderança como legítima, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://new.sapiensapiens.com.br/wp-content/uploads/capa_lideranca_em_foco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1713" title="capa_lideranca_em_foco" src="http://new.sapiensapiens.com.br/wp-content/uploads/capa_lideranca_em_foco-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós somos líderes em determinados momentos, assim como somos liderados em muitos outros. Embora seja possível viver essa experiência de modo irrefletido, a consciência de suas implicações pode fazer a diferença entre alcançar ou não os objetivos traçados.</p>
<p style="text-align: justify;">Este livro procura exatamente mostrar o que nos leva a reconhecer uma liderança como legítima, os principais fatores de motivação de um grupo, além de lançar luz sobre como unir as pessoas em prol de uma causa comum.<br />
Mediante um diálogo cativante, Eugenio Mussak e Mario Sergio Cortella despertam nossa atenção para aspectos essenciais da boa liderança ,papel que pode ser desempenhado com entusiasmo por qualquer um de nós.  <a href="http://www.sapiensapiens.com.br/wp-content/uploads/1o-capitulo-liderança-em-foco.pdf">Leia o primeiro capítulo aqui!</a></p>
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