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	<title>Sapiens Sapiens &#187; competência</title>
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		<title>Problemas e decisões</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 17:44:41 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O cérebro humano é, sim, uma das grandes maravilhas da Natureza. Bilhões e bilhões de neurônios conectados que trabalham em rede para resolver os intrincados dilemas da sobrevivência. Sentidos, movimentos, sentimentos, criatividade, pensamento lógico e a incrível capacidade de sonhar, todos atributos do cérebro, sobre o qual repousa o poético conceito da mente, da qual emerge a essência da dignidade do ser. Mas esta maravilha não nasce pronta, depende do aprendizado para evoluir, precisa do estimulo para reagir e espera a idade para construir a sabedoria.</p>
<p>Essa é a tríade que nos transforma em seres capazes de encarar e resolver problemas cada vez mais complexos e tomar decisões cada vez mais acertadas. E é exatamente na proporção direta dessas duas qualidades é que passamos a ser reconhecidos como gente valiosa, especialmente no mundo do trabalho. Resolver problemas é um talento fundamental em uma sociedade cada vez mais complexa e sofisticada, mas nem de longe é uma qualidade inata, um dom divino; antes é uma competência que pode, e deve, ser desenvolvida. Tomar decisões também, pois é uma variante da solução de problemas. Quem decide talvez não acerte, mas quem não decide já errou, a não ser que se posicione como um seguidor.</p>
<p>Problemas são inerentes à vida, negá-los é negar-se a participar, esconder-se deles é covardia. Mas não é a bravata que os encara e resolve, e sim a inteligência, a competência mental que nos habilita a produzir apesar das dificuldades. “<em>Um problema é a maneira que a matemática encontrou para fazer a inteligência sorrir</em>”, disse-me uma professora que me ensinou matemática no colégio. Lembro que com esta frase ela fez sorrir a mim, e me motivou a resolver a equação. Hoje, homem feito, lembro-me de suas palavras sempre que estou diante de um problema de qualquer natureza. E volto a sorrir.</p>
<p>Na vida, sobram problemas para todos nós, homens e mulheres modernos. A não ser, é claro, para os que desejam levar uma vida com poucos desafios, livre de sobressaltos, sem perigos, mas sem conquistas. E olhe lá! Lembre-se que em uma existência plena e dinâmica, percalços são parte integrante. Tudo o que fazemos na vida tem um grau de dificuldade. Abrir uma empresa, conquistar um mercado, desenvolver uma tecnologia, andar de bicicleta, montar um guarda-sol na praia e até fritar um ovo. Tudo é difícil, até que aprendemos a fazer. Então fica fácil.</p>
<p>A dificuldade não está na dificuldade em si, e sim na desproporção entre tal dificuldade é a competência que você tem para resolvê-la. Então, escolha: para lidar melhor com os problemas você pode diminuir a dificuldade deles, fazendo coisas mais simples, menos complexas; ou você pode aumentar sua competência para resolver tais problemas, diminuindo, assim, sua dificuldade.</p>
<p>Se você se queixa dos problemas que tem que resolver, deveria estar questionando duas outras coisas: sua incompetência para evitar o aparecimento deles e sua fraqueza para enfrentá-los. No fundo, um problema representa uma questão existencial. E é exatamente nossa postura filosófica diante dos fatos da vida que ajuda os demais a construírem a visão que têm de nós, a credibilidade que nos dedicam e a confiança que inspiramos.</p>
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		<title>Quem não tem competência&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 18:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[competência]]></category>
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		<description><![CDATA[A Nextel está iniciando o Talent Management Program. Que bom. Trata-se de um programa que visa estimular o desenvolvimento de novas competências em seus colaboradores e, com isso, todos têm a ganhar. Por definição, competência é o pressuposto da competitividade. Em outras palavras, para competir precisamos ser competentes, e isso se refere à empresa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Nextel está iniciando o <em>Talent Management Program. </em>Que bom. Trata-se de um programa que visa estimular o desenvolvimento de novas competências em seus colaboradores e, com isso, todos têm a ganhar. Por definição, competência é o pressuposto da competitividade. Em outras palavras, para competir precisamos ser competentes, e isso se refere à empresa e a cada um de nós. Houve uma época em que o ditado era “Quem não tem competência não se estabelece”, hoje é “Quem não tem competência está fora do jogo”. E sempre é bom lembrar que as regras do jogo do mercado estão sempre em evolução, o que exige que estejamos em constante atualização de nossas competências.</p>
<p>Para começo de conversa não podemos esquecer que o mundo vive de resultados. A empresa tem que entregar um resultado operacional a seus acionistas, e, para que isso aconteça, muitos outros resultados têm que ser atingidos, a começar pela satisfação – talvez “felicidade” fosse uma palavra melhor – do cliente. Esta é a primeira competência que não dá para ignorar: entregar resultados o tempo todo. E, para isso, claro, existem planos, procedimentos, processos, técnicas e normas que devem ser obedecidas, não por autoridade, mas por lógica. Estratégias devem ser executadas visando à entrega de resultados, o que não quer dizer que os planos não possam ser modificados, desde que seja para melhor, e que quem proponha a mudança se responsabilize por ela.</p>
<p>Acredite, sempre há a expectativa de um resultado, e aquele que tem tal expectativa deve ser entendido como um cliente, não importa se ele está pagando por um produto ou um serviço, ou se é um colega seu que espera que você lhe dê uma informação ou um apoio. Você, por exemplo, caro leitor desta coluna, tem a expectativa de aprender algo ao ler estas linhas. O conhecimento é o resultado que se espera, e se for com prazer melhor ainda, vamos concordar.</p>
<p>Aliás, vivemos na sociedade do conhecimento, e esta tem por característica a imensa quantidade de informações e as inúmeras oportunidades de escolha. Escolhemos a profissão, o trabalho, a cidade, as amizades, o futuro. E sobre nossas escolhas fazemos sempre duas coisas: assumimos responsabilidade e reavaliamos nossas opções.</p>
<p>Essa liberdade de escolher é outra marca registrada de nosso tempo e da região do mundo em que (felizmente) vivemos. E esta é, provavelmente, uma nova definição de cliente: “Aquele que tem o poder de escolher”. Diante dessa visão, apoiar o cliente, interno ou externo, ganhou dimensão de competência que tem que estar em permanente evolução, pois ele sempre pode escolher outro fornecedor para atender às suas expectativas.</p>
<p>Portanto, mãos à obra, investir nas competências técnicas e comportamentais é a ordem do dia, e isso tem o propósito de agradar nosso cliente, que espera de nós um resultado; e tem também a vantagem de alavancar nossa carreira, que deve ser construída com seriedade, pois, pense um pouco e você perceberá que ela está, junto com a saúde e com o amor, entre os principais patrimônios de nossa vida.</p>
<p><em>Texto publicado sob licença da revista Conexão Direta com Você, da Nextel.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
www.nextel.com.br</em></p>
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		<title>A nova competência</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 13:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revista Você S/A]]></category>
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		<description><![CDATA[Ética profissional é condição de empregabilidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Competência, que tanto buscamos, pode ser defi nida como a capacidade de entregar os resultados desejados com a menor utilização de recursos, incluindo, entre esses, o tempo. Possuir competência é a condição para competir, para manter-se no jogo dos negócios, vivo no mercado de trabalho.</p>
<p>Já diziam, enfáticos, nossos avós: “Quem não tem competência não se estabelece!”. Esse assunto ganhou status de método a partir dos estudos de David McClelland nos anos 70, e nas organizações adotou-se universalmente a fórmula do CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude), ou, como preferem alguns, Saber, Poder e Querer. Considerando que essa equação é um produto, se um dos três for nulo, o resultado fi nal será competência zero. Mas o tempo passa e os conceitos vão sendo aprimorados. Na competência 2.0 deste século, o CHA vira CHAVE. E a chave da competência ampliada é o acréscimo de duas letras, dois conceitos e duas preocupações.</p>
<p>O “V” representa Valores. Em uma sociedade que se diz digna, preocupada com o social e responsável com o futuro, não temos como não incluir uma lista de valores na análise da qualidade dos resultados alcançados. De que adianta produzir sem sustentabilidade, competir sem ética e conquistar sem moral? Assim como atualmente dizemos que só será líder aquele que liderar para o bem e só será competente aquele que produzir sem ferir a ética, o interesse de todos. Um profi ssional competente sem valores deixa de ser competente.</p>
<p>E o “E” da CHAVE signifi ca Entorno, o ambiente onde a competência encontra as condições para ser exercida. Esse é o único elemento que está mais fora do que dentro do indivíduo. O cirurgião não opera sem o centro cirúrgico, sem a anestesia e o bisturi. O executivo precisa da estratégia, dos recursos, da equipe.</p>
<p>Eis a grande responsabilidade das organizações: formar pessoas competentes e fornecer-lhes o cenário para que atuem. Essa visão ampliada de competência coloca ordem na casa do mundo moderno e abre espaço para a construção de um futuro em que os resultados não serão obtidos a qualquer custo. Só assim poderemos dizer aos nossos netos: “Quem não tem competência não se enobrece!”.</p>
<p><em>Texto publicado sob licença da revista Você s/a, Editora Abril.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
Visite o site da revista: <a href="http://www.vocesa.com.br/" target="_blank">www.vocesa.com.br</a></em></p>
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		<title>La nueva competencia</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 21:43:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artículos en Español]]></category>
		<category><![CDATA[chave]]></category>
		<category><![CDATA[competência]]></category>

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		<description><![CDATA[Competencia, lo que tanto buscamos, puede ser definida como la capacidad de entregar los resultados deseados con la menor utilización de recursos, incluido, entre ellos, el tiempo. Tener competencia es condición para competir, para mantenerse en el juego de los negocios, vivo en el mercado de trabajo. Nuestros abuelos decían: “¡El que no tiene competencia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Competencia, lo que tanto buscamos, puede ser definida como la capacidad de entregar los resultados deseados con la menor utilización de recursos, incluido, entre ellos, el tiempo. Tener competencia es condición para competir, para mantenerse en el juego de los negocios, vivo en el mercado de trabajo.<br />
Nuestros abuelos decían: “¡El que no tiene competencia no se establece!”. Este tema logró estatus de método a partir de los estudios de David McClelland en los años 70 y en las organizaciones se adoptó universalmente la fórmula del CHA (Conocimiento, Habilidad y Aptitud), o, como prefieren algunos, Saber, Poder y Querer. Considerando que esta ecuación es un producto, si uno de los tres es nulo, el resultado final será competencia cero. Pero pasa el tiempo y los conceptos se perfeccionan. En la competencia 2.0 de este siglo, el CHA ahora es CHAVE. Y la clave de la competencia ampliada es el incremento de dos letras, dos conceptos y dos preocupaciones.<br />
La “V” representa Valores. En una sociedad que se dice digna, preocupada con lo social y responsable con el futuro, es imposible no incluir una lista de valores en el análisis de la calidad de los resultados alcanzados. ¿De qué vale producir sin sostenibilidad, competir sin ética y conquistar sin moral? Actualmente decimos que sólo será líder el que lidere para el bien y sólo será competente el que produzca sin herir la ética, el interés de todos. Un profesional competente sin valores deja de ser competente.<br />
La “E” de la CHAVE significa Entorno, el ambiente en el cual la competencia encuentra las condiciones para ser ejercida. Este es el único elemento que está más fuera que dentro del individuo. El cirujano no opera sin el centro quirúrgico, sin la anestesia o el bisturí. El ejecutivo necesita de la estrategia, de los recursos, del equipo.<br />
Ésta es la gran responsabilidad de las organizaciones: formar personas competentes y proporcionarles el escenario para que actúen. Esta visión ampliada de la competencia pone orden en la casa del mundo moderno y abre espacio para la construcción de un futuro en el que los resultados no serán obtenidos a cualquier precio. Y entonces podremos decir a nuestros nietos: “¡Quien no tiene competencia no se ennoblece!”</p>
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