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	<title>Sapiens Sapiens &#187; ambiente</title>
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		<title>Encontre sua filosofia</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 15:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As pessoas trabalham melhor onde são felizes?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Filosofar não é só para filósofos, basta pôr-se a pensar. Certamente você conhece quem tenha “sua filosofia”, sendo executivo, cozinheiro, professor ou engenheiro. Lembro, por exemplo, de dois geógrafos que criaram filosofias: Friedrich Ratzel e Vidal de La Blanche. O primeiro afirmava que “O homem é produto do meio”, e sua filosofia recebeu o nome de “determinismo”. O segundo dizia “O meio é produto do homem”, e assim criou o “possibilismo”.  Aparentemente opostas, as duas visões são complementares, pois somos, sim, influenciados pelo ambiente em que estamos, mas também temos o poder de influenciar o mesmo ambiente. Essa percepção pode fazer uma imensa diferença.</p>
<p>Quando VOCÊ S/A publica as conclusões da pesquisa das 150 Melhores para Trabalhar, algo salta aos olhos: as que oferecem melhores condições e ambiente de trabalho são mais rentáveis. Ratzel diria que não há novidade nisso, pois, afinal, o homem é resultado do meio, e a qualidade de seu trabalho é conseqüência da cultura, do clima, das causas e das ferramentas disponíveis. O geógrafo alemão dando pitacos no RH veja só.</p>
<p>Mas, analisando o mundo corporativo, percebemos que a empresa é responsável pelo ambiente de trabalho, mas só por uma parte, a outra é coisa de cada um. Certamente você conhece gente que passa a vida descontente no trabalho, cultivando a posição passiva de esperar que sua capacitação, sua promoção e sua qualidade de vida sejam providenciadas pela empresa. Esses são os deterministas.</p>
<p>Já os possibilistas fazem sua parte, dão sua contribuição na criação de um bom ambiente de trabalho, aceitam e oferecem feedback com sinceridade, sentem-se parte da tribulação e não passageiros temporários. Cuidam de seu autodesenvolvimento, organizam-se, planejam seu futuro, não desprezam a saúde e a vida pessoal, e jamais se omitem diante das dificuldades. Ponto para os possibilistas. A filosofia do francês La Blanche pode explicar muitas carreiras bem-sucedidas.</p>
<p>Para terminar, outro dado: as empresas consideradas as melhores para trabalhar atraem e abrem as portas exatamente para aqueles que estão dispostos a colaborar para torná-las ainda melhores e maiores. Esta é a lógica que sustenta o processo que garante o progresso.</p>
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		<title>A nova competência</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 13:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ética profissional é condição de empregabilidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Competência, que tanto buscamos, pode ser defi nida como a capacidade de entregar os resultados desejados com a menor utilização de recursos, incluindo, entre esses, o tempo. Possuir competência é a condição para competir, para manter-se no jogo dos negócios, vivo no mercado de trabalho.</p>
<p>Já diziam, enfáticos, nossos avós: “Quem não tem competência não se estabelece!”. Esse assunto ganhou status de método a partir dos estudos de David McClelland nos anos 70, e nas organizações adotou-se universalmente a fórmula do CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude), ou, como preferem alguns, Saber, Poder e Querer. Considerando que essa equação é um produto, se um dos três for nulo, o resultado fi nal será competência zero. Mas o tempo passa e os conceitos vão sendo aprimorados. Na competência 2.0 deste século, o CHA vira CHAVE. E a chave da competência ampliada é o acréscimo de duas letras, dois conceitos e duas preocupações.</p>
<p>O “V” representa Valores. Em uma sociedade que se diz digna, preocupada com o social e responsável com o futuro, não temos como não incluir uma lista de valores na análise da qualidade dos resultados alcançados. De que adianta produzir sem sustentabilidade, competir sem ética e conquistar sem moral? Assim como atualmente dizemos que só será líder aquele que liderar para o bem e só será competente aquele que produzir sem ferir a ética, o interesse de todos. Um profi ssional competente sem valores deixa de ser competente.</p>
<p>E o “E” da CHAVE signifi ca Entorno, o ambiente onde a competência encontra as condições para ser exercida. Esse é o único elemento que está mais fora do que dentro do indivíduo. O cirurgião não opera sem o centro cirúrgico, sem a anestesia e o bisturi. O executivo precisa da estratégia, dos recursos, da equipe.</p>
<p>Eis a grande responsabilidade das organizações: formar pessoas competentes e fornecer-lhes o cenário para que atuem. Essa visão ampliada de competência coloca ordem na casa do mundo moderno e abre espaço para a construção de um futuro em que os resultados não serão obtidos a qualquer custo. Só assim poderemos dizer aos nossos netos: “Quem não tem competência não se enobrece!”.</p>
<p><em>Texto publicado sob licença da revista Você s/a, Editora Abril.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
Visite o site da revista: <a href="http://www.vocesa.com.br/" target="_blank">www.vocesa.com.br</a></em></p>
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		<title>Gestão de confiança</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 13:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gerar confiança faz bem aos negócios]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que o mundo está em crise, todos já sabem. O que é menos sabido é que a verdadeira crise não é a financeira, e sim a de confiança. Dois livros publicados recentemente ajudam a entender como a questão da confiança afeta o ambiente de negócios e o trabalho das pessoas. O professor da Fundação Dom Cabral, Marco Tulio Zanini, mostra em Confiança – O Principal Ativo Intangível de uma Empresa (Campus/Elsevier) que, quando há confiança, as expectativas quanto ao comportamento futuro diminuem, e isso faz com que o risco de se relacionar com colegas de trabalho ou parceiros de negócio seja reduzido.</p>
<p>Segundo ele, a confiança é um mecanismo social que se relaciona a um conjunto de elementos da gestão, principalmente motivação, satisfação e comprometimento dos empregados. Atuando também como consultor de empresas, Marco Tulio ajuda a desenvolver uma nova ação do RH e uma nova mentalidade das lideranças, que passam a considerar a competência coletiva mais importante do que a individual. E sabem que essa mágica é totalmente dependente da qualidade dos ambientes psicológicos da empresa.</p>
<p>O outro livro que trata do tema confiança é do espanhol José María Gasalla, escrito em parceria com a fisioterapeuta e palestrante Leila Navarro. José María é professor da Esade, a importante escola de negócios de Barcelona e Madri, na Espanha. Ele buscou compreender em Confiança, a Chave para o Sucesso Pessoal e Empresarial (Integrare Editora) a lógica da construção de ambientes de confiança, e chegou a um “caminho das pedras” por meio do que José María chama de 10 Cs: competência, clareza, consistência, cumprimento da palavra, comprometimento, coerência, confidencialidade, cumplicidade, consistência e correspondência. Líderes que são capazes de utilizar esses princípios na gestão são os que conseguem inspirar confiança e também demonstrar que confiam em sua equipe.</p>
<p>Essa estratégia sutil dá origem a um ambiente de colaboração, que impulsiona resultados por meio do comprometimento, da proatividade e da disposição para a inovação. Gerar confiança faz bem aos negócios.</p>
<p><em>Texto publicado sob licença da revista Você s/a, Editora Abril.<br />
Todos os direitos reservados.<br />
Visite o site da revista: <a href="http://www.vocesa.com.br/" target="_blank">www.vocesa.com.br</a></em></p>
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